• INSTRUMENTOS PARA CONSULTA

  • Conheça as 11 ações que os funcionários do CREA-PR se comprometeram a executar em sua rotina diária:

    1 - Desligar o monitor na hora do almoço
    * é obrigatório desligar CPU e monitor após o expediente

    2 - Apagar todas as luzes na saída para o almoço
    * é obrigatório apagar todas as luzes após o expediente

    3 - Trocar o uso de copinho plástico para o café/chá por caneca

    4 - Adotar o uso de garrafa de água, ao invés do uso constante de copinhos plásticos

    5 - Separar o lixo em: papel, vidro, plástico e orgânico

    6 - Manter em local definido folhas utilizadas na frente para nova utilização na impressora (verso)

    7 - Manter local definido para depósito de papel já usado nos 2 lados (para descarte)

    8 - Antes de guardar o papel para reuso ou destinação final tirar clips e grampos

    9 - Ficar alerta para identificar e avisar sobre lâmpada queimada, torneira vazando, descarga desregulada, paredes sujas, etc

    10 - Ter comprometimento com o cuidado do ambiente

    11 - Reaproveitar os envelopes de papel, com novos usos

  • Conheça as sugestões encaminhadas pelo corpo funcional

    1 - Implantar PGRS nas unidades do CREA-PR

    2 - Buscar parceria com cooperativas e associações de catadores de papel para destinação do lixo coletado de forma seletiva

    3 - Mapear os utensílios disponíveis para coleta de lixo (lixeiras, cores, suporte para copo, café e água)

    4 - Modernização do ar condicionado (Lda)

    5 - Substituir frota a gasolina para uso de biocombustível (etanol)

    6 - Melhorar processos buscando maior adesão à documentos eletrônicos

    7 - Implantar programa de redução do uso de papel

    8 - Instalar sensor de presença em locais de menor acesso (arquivos, bwc, por exemplo)

    9 - Substituir torneira dos banheiros por torneiras de pressão

    10 - Criar mensagem positiva, voltada a sustentabilidade, para inserir na assinatura dos e-mails dos funcionários

    11 - Adotar uso de 100% de papel reciclável

    12 - Disponibilizar garrafa térmica para água - uso nos veículos

    13 - Aquisição de picotador de papel (para destinação de material sigiloso / dados cadastrais, etc)

    14 - Verificar melhor forma de destinação para grampos e clips

    15 - Disponibilizar lixeira (tnt) para carro

    16 - Disponibilizar suporte de garrafa (individual) para veículo

    17 - Realizar campanha antitabagismo

    18 - Incentivar adoção de Programa "Carona Solidária"

    19 - Aquisição de caneca de alumínio (para chá e café) em subsituição aos copinhos plásticos

    20 - Rever procedimentos e alternativas a impressão constante de fichas cadastrais

    21 -Adequar a impressão de ARs / sobra de papel

    22 - Realização de Palestras sobre Educação Ambiental

    23 - Fornecer roteirização (GPS) aos agentes de fiscalização - segurança/tempo/produtividade

    24 - Estipular um local para anotar nº de memorandos tramitados internamente no setor, suprimindo assim a impressão do mesmo, deixando-o somente virtual ex: do administrativo para o fiscal)

    25 - Identificar se há alguma restrição de documento que não possa ser impresso em papel reciclado

    26 - Rever os formulários utilizados no atendimento, se é possível inserir alguns campos para anotação de dados da ficha cadastral, suprimindo assim sua impressão

    27 - Priorizar o uso de meios eletrônicos (e-mail, arquivos eletrônicos, etc)

    28 - Analisar formas de reduzir a poluição visual nas unidades do Conselho (painel eletrônico)

    29 - Verificar mecanismo que impeça a incidência direta de luz solar no ambiente de trabalho, de modo que se mantenha a iluminação e a ventilação através das janelas

    30 - Instalação de sistema eletrônico de controle de luz (acende e apaga com horário agendado)

    31 - Verificar a viabilidade de secadores de mão com ar quente em substituição de toalhas/papel

    32 - Incentivar o uso de bicicleta (casa/trabalho/casa)

    33 - Disponibilizar bicicletário e também um vestiário (troca de roupa e banho)

    34 - Promover o “dia sem elevador”

    35 - Verificar a viabilidade para disponibilizar ônibus de transporte ao corpo funcional

    36 - Desligar a máquina fotocopiadora ao sair

    37 - Incentivar o corpo funcional a praticar o voluntariado

    38 - Racionalizar recursos não abrindo as unidades em datas de vésperas de feriado (uma vez que é baixa a procura por atendimento)

    39 - Descartar o uso de máquinas de café (foi unanime que pouquíssimos usam) e retornar ao café disponibilizado aos setores pela Copa

    40 - Verificar se as sugestões acatadas, estão contempladas no projeto da nova sede (principalmente no tocante a racionalização de água, energia / torneiras de pressão, descarga inteligente, saboneteiras...)

    41 - Disponibilizar orientações ao corpo funcional a respeito do uso dos equipamentos e materiais (o que é mais correto em relação a ligar/desligar, pode reusar o papel na impressora, etc)

    42 - Disponibilizar local de coleta de pilhas e outros resíduos perigosos

    43 - Uso apenas de pautas eletrônicas nas Câmaras Especializadas

    44 - Extinguir memorandos impressos dentro de um mesmo setor

    45 - Inserir como projeto futuro a digitalização de processos e protocolos

    46 - Estudar o uso de envelope vai-e-vem de papel e não de plástico como é hoje

    47 - Redução de certos impressos / funcionários percebem que há sobra de material (ex. catálogo empresarial)

    48 - Reduzir o "volume" do lixo, amassando latas de alumínio, por exemplo

    49 - Não amassar as folhas de papel pois prejudicam a reciclagem

    50 - Disponibilizar palestras sobre o tema de sustentabilidade e apresentação de "cases" de outras empresas

    51 - Motivar os funcionários a adotar "1 dia sem carro"

    52 - Utilizar os banners já usados para a confecção de crachás e outros materiais.

    53 - Rever nº de lanches solicitados para as reuniões, evitando desperdício

    54 - Manter motivados os funcionários com a apresentação constante de sugestões que venham de encontro a filosofia do Pacto Global

    55 - Usar sacos plásticos com cores diferenciadas por tipo de lixo (contemplar no PGRS)

    56 - Instituir o "Dia da Doação" para doação de roupas, livros, objetos, etc

    57 - Comprar produtos de qualidade, evitando o não uso e também possíveis descartes

    58 - Trocar toalheiro atual de tecido por toalhas de papel

    59 - Instalação de rampa de acesso para cadeirante no Desus/Call center (estar preparado para receber cadeirante)

    60 - Disponibilizar caixa coletadora de pilhas, baterias, óleo de cozinha...

    61 - Ampliar a disponibilização de serviços on line. caso do visto profissional entre outros

    62 - Estudar a possibilidade de frota com carros elétricos

    63 - Maior aproveitamento da iluminação e da ventilação natural

Máquina de atrofiar

Você já parou para pensar o quanto nós somos dependentes das máquinas? Em geral, se atribui a elas uma série de consequências negativas, como poluição, geração de resíduos, desarticulação social, ou até certa substituição do homem.

Mas o fato é que ninguém desgruda delas, que, funcionando como extensão do nosso corpo, nos permitem fazer mais do que faríamos sozinhos e chegar até onde não poderíamos por nós mesmos. A forma como este texto chega até você é um bom exemplo disso!

Mas as mesmas máquinas que tanto contribuem e facilitam nossas vidas podem ser empregadas na divulgação de mentiras ou ainda em atos condenáveis de prejudicar outras pessoas. Então, o problema não está na máquina, mas no uso que se faz dela e na sua apropriação social.

Muitas pessoas não pensam a partir desta perspectiva e acabam condenando prematuramente as máquinas, suas tecnologias e seu uso. No entanto, o que move a evolução de tudo isso não parece ser a filantropia ou o desejo humanitário de ajudar e ampliar as forças e possibilidades humanas, mas sim o interesse por geração de mais riquezas com menos custos.

Sem substituir o ser humano, mas criando um vínculo forte com ele, a máquina ganha espaço garantido no cotidiano. Ela não deveria atrofiar os membros do homem, mas na verdade é isso que acaba fazendo. Quem hoje é capaz de trabalhar apenas com suas próprias mãos? Quem consegue passar um dia inteiro sem celular, computador, TV ou internet? Afinal, que uso se faz disso tudo? Estamos atrofiados? Somos sensatos? Somos livres?

Fonte: Giro Sustentável

Fabricante australiana inventa chinelo para quem quer pisar na grama a qualquer hora

A fabricante de calçados KUSA Shoes, da Austrália, inventou uma sandália para quem gosta daquela sensação de “pés descalços na grama”. Forrado com grama sintética, custa cerca de R$55 e pode ser comprado pela internet.

A ideia é que, ao fechar os olhos, a pessoa que estiver usando  a sandália possa facilmente se imaginar em um ambiente de natureza. O melhor: a qualquer hora, em qualquer lugar (pros mais corajosos…). Outra vantagem apresentada é que ela é super confortável, já que, com o tempo, a grama adquire o formato dos pés.

E aí, gostou da ideia ? você usaria?

Fonte: Superinteressante

Os 10 países mais verdes do mundo em 2012

Ranking realizado pelas Universidades americanas de Columbia e Yale, o Environmental Performance Index (EPI) lista as regiões com o melhor desempenho ambiental em 22 indicadores entre 132 países avaliados

Desempenho exemplar

Quais são os países do mundo que cuidam bem de seu meio ambiente e que fazem uso sustentável de seus recursos naturais, garantindo a vitalidade dos ecossistemas além de saúde e bem estar para a população? A resposta está no Environmental Performance Index (EPI), ranking elaborado por uma equipe de especialistas das universidades americanas de Yale e de Columbia.

Em sua mais recente edição, o ranking de desempenho ambiental classificou 132 países utilizando 22 indicadores distribuídos por 10 categorias: critérios de saúde ambiental; poluição do ar; recursos de água; biodiversidade e habitat; recursos naturais; florestas; alterações climáticas, entre outros. E cada categoria possui pesos diferentes. Confira nos slides a seguir, os 10 países mais verdes do mundo em 2012.

 

1 – Suíça (76.69 pontos)

População: 7,825,243
Área: 41,271 km²
PIB per capita: $ 37,441

O empenho em reduzir progressivamente o uso de combustíveis fósseis e nuclear, por meio de uma política nacional sólida, coloca a Suíça na liderança do ranking de Yale. Recordista mundial em usinas geotérmicas, cuja energia é quase totalmente vertida para aquecer casas, escritórios, hotéis e estufas durante os meses de inverno, o país se destaca nos quesitos emissão de dióxido de carbono, qualidade do ar e políticas ambientais.

Há 20 anos, a Suíça foi um dos primeiros países da Europa a exigir o uso de catalisador e o controle do gás de escapamento dos carros. Também vale menção a invejável pontuação (98,1) no quesito conservação da biodiversidade e proteção de habitats naturais. Em geral, os suíços são adeptos fervorosos da mobilidade sustentável, principalmente da bicicleta. Ao menos 10 ciclovias nacionais cortam o país de ponta a ponta. Lá, taxas para serviços de água e gestão de resíduos, bem como impostos ambientais que promovam a responsabilidade social são comuns.

2 – Letônia (70.37 pontos)

População: 2,242,916
Área: 64,385 km²
PIB per capita: $12,938

Um lugar de beleza natural quase intocada pela civilização. A frase um tanto quando piegas se aplica bem à paisagem letã. Muitos turistas e especialistas em meio ambiente costumam dizer que o país inteiro é um parque natural enorme. A vitalidade de seus ecossistemas e a proteção às florestas, que ocupam 44% do território, lhe rendem pontuações altas no EPI.

Mesmo as áreas dedicadas ao cultivo agrícola e à criação de gado são cuidadosamente delimitadas e tendem a seguir as práticas mais sustentáveis. Dados oficiais indicam que o uso de pesticidas caiu 12 vezes desde 1990 e que, atualmente, pelo menos 200 fazendas adotam práticas ecológicas, que dispensam agrotóxicos e outros produtos químicos industrializados, usando apenas compostos naturais. A redução de emissões é uma meta importante para o país, que desde 1990 reduziu a poluição por fontes fixas (fábricas, casas e caldeiras) em 46%.

3 – Noruega (69.92 pontos)

População: 4,885,240
Área: 325,602 km²
PIB per capita: $46,926

Terceira colocada no ranking de países mais verdes, a Noruega pretende se tornar carbono neutra até 2030, ou seja, todas as suas emissões devem ser compensadas. Pelo menos 2/3 delas serão reduzidas com ações ambientais internas e para dar conta do restante as autoridades norueguesas financiarão projetos sustentáveis em países em desenvolvimento, como geração de bioenergia e proteção de florestas.

Uma meta ambiciosa para uma nação que é ao mesmo tempo progressista sobre as alterações climáticas – com impostos sobre combustíveis fósseis e uma matriz energética dominada pela hidroeletricidade – mas também emissora por causa de suas exportações volumosas de óleo e gás natural. Felizmente, o que não falta é potencial e tecnologia para cumprir o objetivo. Em 2009, a Noruega inaugurou a primeira estrada com rede integrada de postos de abastecimento a hidrogênio em todo o mundo. Na avaliação do EPI, o país leva nota máxima no quesito saúde ambiental e na conservação de suas reservas naturais.

4 – Luxemburgo (69.2 pontos)

População: 505,831
Área: 2,592 km²
PIB per capita: $71,161

A presença deste pequeno país europeu no ranking das nações mais verdes justifica-se por seu empenho, mesmo em tempos de crise econômica, em garantir um crescimento “verde” e sustentável. Em 2009, Luxemburgo adotou programas de incentivo à população para compra de carros ecológicos e eletrodomésticos mais eficientes em energia.

Antes, entre 2001 e 2008, o país investiu mais de 70 milhões de euros na expansão do setor de energia solar fotovoltaica. Luxemburgo também leva pontuação máxima em saúde ambiental e proteção à biodiversidade e habitats naturais.

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Cenário para a comercialização de carros elétricos no Brasil ainda não é favorável

Falta de regulamentação, de incentivos fiscais e isenções de tributos impedem consumidores de adquirirem carros não poluentes

O primeiro protótipo de carro elétrico brasileiro foi o Itaipu, fabricado pela Gurgel em 1974, cuja motivação foi a crise do petróleo no ano anterior. Com o avanço tecnológico automobilístico ao longo dos anos e a necessidade de uma realidade amplamente sustentável, a expectativa é de que as vendas de automóveis elétricos no Brasil ocorram em breve.

Ainda que uma comercialização deslanchada desses veículos venha a ser vantajosa ao planeta pelos baixos impactos ao meio ambiente e esteja em promissor crescimento em países como Japão e França, o cenário em nosso território conta com vários entraves.

Os principais obstáculos que inviabilizam o incentivo à comercialização de carros elétricos no Brasil envolvem incentivos fiscais, isenções tributárias e toda uma legislação não regulamentada. Segundo o presidente da Aliança Renault-Nissan, Carlos Ghosn – que palestrou na Fundação Getulio Vargas do Rio de Janeiro, em outubro de 2011 – para que esses veículos possam circular no país, há a necessidade de cooperações privada e pública.

“O Nissan Leaf – modelo de um 100% elétrico apresentado aqui, recentemente – não pode ser comercializado porque não existe infra-estrutura”, referindo-se à falta de postos de abastecimento e a oficinas mecânicas especializadas. “Se não há cooperação privado-pública, não tem carro elétrico”, disse Ghosn, que também afirmou não acreditar no futuro para a indústria automobilística se ela não se desengajar do petróleo.

Para exemplificar uma das formas de incentivar a comercialização dos carros elétricos, o presidente da Renault-Nissan citou os EUA, que recebem 7.500 dólares do Governo Federal quando o consumidor adquire um carro elétrico; França, 5 mil euros, e Japão, 700 mil yenes. “Os governos decidiram assim porque se trata do interesse deles, o que os levam ao corte da dependência do petróleo (porque são países importadores) e à redução de todos os problemas relacionados à emissão de gases poluentes”, conta. Os incentivos financeiros atribuídos às montadoras acabam sendo repassados ao consumidor final.

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15 dicas práticas para ajudar o planeta

Ser “verde” não precisa ser uma tarefa difícil, nem significar mudanças drásticas na sua vida. Coisas simples podem fazer a diferença. O CicloVivo separou uma lista com mudanças que podem ser aplicadas à rotina sem muito esforço.

- Troque suas lâmpadas comuns por uma fluorescente. Se cada família substituir uma lâmpada regular por uma lâmpada fluorescente compacta, a redução da poluição seria equivalente à remoção de um milhão de carros das estradas. Caso não goste da cor da luz, use em closets, lavanderias e outros lugares onde não o incomode tanto.

- Ao desligar o computador em vez de deixá-lo em modo de suspensão, você pode economizar de 40 watts-hora por dia. Se não quiser esperar seu computador iniciar, configure-o para ligar automaticamente alguns minutos antes de começar a trabalhar.

- Não pré-aqueça o forno, a menos que você esteja fazendo pão ou bolos. Ligue-o somente quando colocar o prato dentro. Ao verificar seu alimento, olhe através da janela do forno ao invés de abrir a porta.

- Recicle o vidro. Vidro reciclado reduz a poluição do ar em 20% e a poluição da água em 50%. Se não for reciclado, pode demorar um milhão de anos para se decompor no meio ambiente.

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Universitários fiscalizam junto com o TCE as obras da Copa no Paraná

Com o início do calendário letivo, 27 estudantes de Engenharia Civil da UFPR devem acompanhar os trabalhos do Tribunal de Contas do Estado nos 12 projetos de infraestrutura em Curitiba e Região Metropolitana. Intercâmbio pode servir como piloto para cooperação educacional em outras áreas

A partir do final de fevereiro, 27 estudantes de Engenharia Civil da Universidade Federal do Paraná (UFPR) passarão a auxiliar os servidores do Tribunal de Contas do Estado do Paraná (TCE-PR) na fiscalização das doze obras que estarão sendo executadas em Curitiba e Região Metropolitana para a Copa do Mundo de 2014. Convênio com essa finalidade foi assinado nesta terça-feira (31 de janeiro), na sede do TCE-PR, entre as duas instituições.
“Trata-se de mais um passo no sentido de instituir a auditoria social como prática do TCE, integrando a sociedade no processo de fiscalização da coisa pública”, explicou o presidente do Tribunal, conselheiro Fernando Augusto Mello Guimarães. Para o reitor Zaki Akel Sobrinho, o convênio, além de melhorar a formação dos futuros engenheiros, reforça a identidade da UFPR, fortemente atrelada à educação voltada à cidadania. “Sempre buscamos uma formação além da base curricular, com contribuição social, em temas concretos e de interesse público, como neste convênio para a Copa em Curitiba”, destacou.
O acordo com a UFPR se soma ao programa já desenvolvido pelo TCE com as sete universidades estaduais. Denominada Plano Anual de Fiscalização Social (PAF Social), a parceria reúne cerca de 400 universitários, integrados a um processo de auditoria nos municípios. As áreas contempladas são o transporte escolar, distribuição de medicamentos e destinação de resíduos orgânicos, além da definição de indicadores municipais de gestão. “A transparência da ação do Tribunal de Contas só tem a ganhar com essa garotada, que terá muito a aprender e muito a colaborar com nossos técnicos”, disse Guimarães.

As obras fiscalizadas
Pelo convênio, os universitários – 24 de graduação e três de pós-graduação – vão assessorar a Coordenadoria de Engenharia e Arquitetura do TCE na fiscalização de 12 obras, que somam cerca de R$ 560 milhões. Em Curitiba, as obras são o Sistema Integrado de Mobilidade, requalificação do corredor da Avenida Marechal Floriano, reforma da Avenida Cândido de Abreu, extensão da Linha Verde Sul, requalificação da Rodoferroviária e seus acessos, reforma e ampliação do terminal do Santa Cândida e o corredor Aeroporto/Rodoferroviária.

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Lançamento do Livro: Mundo Sustentável 2: novos rumos para um planeta em crise, de André Trigueiro

O novo livro está saindo do forno com 400 páginas de muita informação sobre os assuntos que nos interessam nesta reta final para a Rio+20.
“Mundo Sustentável 2: novos rumos para um planeta em crise” reúne reportagens veiculadas na Globo News e na Rádio CBN, artigos publicados em jornais, revistas e sites, além de textos inéditos de convidados muito especiais, entre eles, Adalberto Veríssimo, Marcos Terena, Paulo Saldiva, Roberto Schaeffer, Roberto Smeraldi, Samyra Crespo, Sérgio Abranches e Suzana Khan.
O prefácio coube ao mestre e amigo Washington Novaes.

- Onde a economia de baixo carbono já é realidade?
- Como medir o valor monetário dos serviços ambientais prestados pelos ecossistemas?
- Por que o país campeão mundial de água doce necessita de investimentos urgentes para evitar o colapso no abastecimento?
- Quais os principais desafios do Brasil na era da Política Nacional de Resíduos Sólidos?
- É possível ser feliz sem se render aos apelos da sociedade de consumo?
- Onde o planejamento urbano faz a diferença em favor da saúde e do bem estar?
- Qual o papel da comunicação na construção de uma sociedade sustentável?
- Como pensar a escola e universidade num mundo que experimenta uma crise ambiental sem precedentes?

Estes e outros assuntos referenciais para o socioambientalismo aparecem em destaque no livro.

A totalidade dos direitos autorais foram cedidos para o CVV (Centro de Valorização da Vida) que está completando 50 anos de serviço voluntário de apoio emocional e prevenção do suicídio (www.cvv.org.br).

III CEPIAL – Congresso de Cultura e Educação para Integração da América Latina

A 3ª edição do Cepial – Congresso de Cultura e Educação para a Integração da América Latina – será realizada de 15 a 20 de julho em Curitiba. A iniciativa é da CASLA (Casa Latino-Americana), que há 27 anos promove a participação da sociedade no processo de integração da América Latina.

O congresso oferece atividades acadêmicas e culturais, possibilitando um encontro com importantes debates relacionados à América Latina, além de reunir instituições, ativistas e estudiosos de diferentes países latino-americanos. Os participantes podem se inscrever para submeter trabalhos ou assistir às mesas redondas e grupos de trabalhos, distribuídos em 9 temas, como Meio Ambiente, Ciência e Tecnologia, entre outros.

Entre as manifestações culturais previstas para o evento, destacam-se as apresentações de grupos de dança e outras expressões artísticas da

América Latina, que serão realizadas na abertura do evento. Mostras de filmes latino-americanos também estão entre as demais atrações da programação.

A novidade desta edição é a criação de uma comissão permanente, responsável pela continuidade dos debates e projetos sobre a realidade latino-americana, por meio de encontros periódicos menores, sobre diversos subtemas, em vários países da região. Como explica a presidente do Congresso, Gladys de Souza, “As reflexões resultantes do III CEPIAL poderão subsidiar governos e instituições da América Latina na tomada de decisões políticas”.

As inscrições gerais para o Congresso podem ser feitas a partir do dia 06 de fevereiro, no site do evento www.cepial.org.br. Mais informações e a programação completa também estão disponíveis na página do Cepial.

Fonte: CEPIAL

‘Solmáforo’ mede incidência de raios UV e alerta para risco de exposição ao sol

Os chilenos andam sofrendo com a radiação solar: de acordo com a Universidad de Santiago, aincidência de raios UV – Ultravioleta aumentou 10% neste verão, em comparação a 2008, por conta de uma redução de 1% na densidade da camada de ozônio. O resultado? Os casos de câncer de pele têm crescido muito entre a população e, só em 2009, mais de 200 pessoas morreram por conta da doença.

Para tentar minimizar os estragos do aumento da radiação solar – que, vale lembrar, é reflexo da ação do homem –, a Conac – Corporacion Nacional del Cancer*, em parceria com a empresa Optoelectrónica Icalma*, criou o Solmáforo: espécie de semáforo que revela o grau de incidência dos raios UV no local em que está instalado e o classifica em baixomédioalto,perigoso ou extremo.

O aparelho, que já foi implantado em diversos pontos movimentados do país, ainda conta com um quadro informativo, que revela qual o tempo máximo que pessoas de pele clara e escura podem ficar expostas ao sol, nas condições indicados pelo Solmáforo.

A intenção da iniciativa é conscientizar a população a respeito da importância do uso diário de protetor solar – independente do sol estar forte ou estarmos na praia – e, assim, controlar os casos de câncer e cegueira no país.

Se for aprovado, seria ótimo ter aparelhos como esses espalhados por ai, não ?

Fonte: Superinteressante

Loja Joanninha propõe aluguel de brinquedos

Pensando em um brincar mais sustentável, as sócias Alessandra Piu e Anna Fauaz criaram a loja Joanninha, que, baseada na filosofia do consumo compartilhado, incentiva o aluguel de brinquedos para as crianças, ao invés da compra

Quantas vezes as crianças não enjoam do brinquedo que acabaram de ganhar e já pedem uma novidade? Haja bolso e espaço em casa para guardar tudo! Pensando em um brincar mais sustentável, as sócias Alessandra Piu e Anna Fauaz se inspiraram em uma loja francesa para criar a Joanninha, que propõe o aluguel de brinquedos. O diferencial da proposta começa na escolha dos brinquedos disponíveis (de madeira de reflorestamento e tintas atóxicas), passa pela não existência de filtro por sexo e termina na devolução do material na mesma sacola em que ele foi enviado (ensinando que faz parte do consumo consciente o reúso das embalagens). “Para nós, o que importa não é ter o brinquedo, mas sim a brincadeira que ele proporciona, despertando, nas crianças e familiares, valores como companheirismo e cidadania”, diz Alessandra. “É um jeito lúdico de falar de consumo compartilhado.” Funciona assim: cada plano dá direito a um número de joanninhas, a moeda da casa. Aí, é só escolher no site como você vai usar sua cota mensal e esperar o pedido chegar. Acompanhando a entrega, uma joaninha de pano ajuda a explicar às crianças que é preciso cuidar direitinho dos objetos, já que depois de um tempo eles vão “visitar” outras casas. Um diário ainda incentiva a família a registrar as histórias e os lugares por onde o brinquedo já passou.

Boa iniciativa, não ?

ONU levará Mãe Curitibana a África e Ásia

O Mãe Curitibana - programa de atenção materno-infantil implantado em Curitiba pelo prefeito Luciano Ducci – será levado, pela ONU aos países pobres da África e Ásia para conter o avanço da transmissão vertical do HIV/Aids de mães para filhos. O programa será também base de estudo da Organização Mundial da Saúde que enviará técnicos a Curitiba com o objetivo de expandir o modelo a outros continentes.

“Pela primeira vez Curitiba veio apresentar um programa na OMS. E nada melhor do que o Mãe Curitibana - uma referência já no Brasil. Um programa que vem sendo implantado em outros estados como São Paulo (Mãe Paulistana), Pernambuco (Mãe Coruja) e nos próximos meses vai ser implantado no Paraná, pelo governador Beto Richa, como Mãe Paranaense. Mostra que o programa é simples, pode ser implantado em outras cidades e em outros países e ajudar muito a diminuir a mortalidade infantil, materna,e em especial, a redução da transmissão do vírus HIV”, disse o prefeito Luciano Ducci ao apresentar os resultados do programa na sede da OMS em Genebra, Suiça.

“O Mãe Curitibana vai ajudar muitos países a salvar vidas. Nossa cidade, que há anos exporta ideias e projetos urbanos, agora é também referência no suporte às famílias”, completou Ducci, O prefeito curitibano apresentou o programa nesta quinta-feira (2), a convite do diretor do Departamento de Estratégias e Resultados da agência da ONU/UNAIDS, Bernhard Schwartländer.

Estudos - Após apresentar os resultados do Mãe Curitibana, o prefeito se reuniu com a vice-diretora geral do setor de Família, Mulher e Criança da OMS,  Flavia Bustreo. Na reunião, a OMS definiu o envio a Curitiba de dois técnicos brasileiros, José Martins e Cinthia Boschi Pinto, para a elaboração de um artigo científico sobre o programa.

“Este programa, extremamente fascinante e muito inspirador, pode ser compartilhado com mais pessoas, governos, políticos, promotores e pela sociedade civil. O Mãe Curitibana mostra que é viável e possível de ser implantado em outras cidades do mundo”, disse Karusa  Kiragui, assessora sênior para prevenção da UNAIDS (Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS). Clique aqui e leia mais…

14 propostas da Nasa pra esfriar a Terra

Um estudo feito pela Nasa propõe medidas para reduzir o aquecimento global. Ao todo, são 14 meios capazes de amenizar as mudanças climáticas

Segundo a pesquisa, que foi publicada na revista Science, uma ação abrangente para combater a emissão de gás metano, bem como a poluição por fuligem, pode reduzir a temperatura da Terra de 2,2º C para 1,7º C até 2050.
Segundo os cientistas, investir nas 14 propostas compensa porque os custos podem ser maiores em saúde pública e agricultura. O combate ao gás metano ajudaria os produtores rurais, já que estimula o surgimento de ozônio em baixas altitudes, o que prejudica a respiração das plantas. Se as 14 medidas forem adotadas, também será possível combater a mudança climática, evitar mortes por doenças respiratórias e aumentar a produtividade agrícola.

A produção mundial de alimentos também poderia aumentar de 30 para 130 milhões de toneladas se o ozônio derivado da poluição fosse reduzido pelo combate ao metano. A fuligem também contribui para a mudança climática quando se acumula sobre a neve e o gelo porque atrapalha a capacidade da água congelada refletir a radiação para fora do planeta.

Para completar, a Nasa adverte que as emissões de carbono também devem ser reduzidas, apesar do estudo focar no metano e na fuligem.

Abaixo, conheça as 14 propostas da Nasa:

Contra o metano

1 – Estender técnicas capazes de evitar o vazamento de gás em minas de carvão;
2 – Eliminar as perdas e queimar o gás que escapa de poços de petróleo atualmente;
3 – Diminuir vazamentos em gasodutos;
4 – Separar o lixo biodegradável para reciclagem, compostagem, bem como o uso da biomassa;
5 – Aprimorar o tratamento de esgoto a fim de capturar o metano capaz de escapar das estações;
6 – Controlar emissões de poluentes provenientes da pecuária por meio de um tratamento especial para o esterco;
7 – Arejar as plantações de arroz a fim de reduzir as emissões em plataformas alagadas.

Contra a fuligem

1 – Substituir a frota de veículos antigos responsáveis por emitir muitos poluentes na atmosfera;
2 – Instalar filtros especiais em veículos movidos a diesel;
3 – Proibir a queima de resíduos de agricultura ao ar livre;
4 – Substituir fornos a lenha por fornos a gás ou combustíveis alternativos de queima limpa;
5 – Levar a tecnologia de fornos por queima de biogás aos países pobres;
6 – Substituir tijolos de barro por vigas verticais ou por tijolos de fornos de maior eficácia;
7 – Substituir fornos a queima de coque – subproduto do carvão – por fornos mais eficientes.

Fonte: Planeta Sustentável

Reciclagem pode render desconto no IR

Do Metro São Paulo  

A cooperação com a reciclagem do lixo pode ser recompensada com a redução da cobrança do IR (Imposto de Renda), caso seja aprovado um projeto de lei do deputado Jhonatan de Jesus (PRB-RR) que está sendo analisado pela Câmara.

A proposta prevê a dedução das despesas com a coleta e a entrega de produtos geradores de resíduos sólidos que precisem ser coletados em postos de reciclagem. Pela proposta, o Poder Executivo terá o prazo de 90 dias, a partir da data em que a lei entrar em vigor, para regulamentar o benefício fiscal, e deve respeitar o limite máximo de 10% do imposto devido.

Jhonatan de Jesus afirma que o objetivo do projeto é disseminar e consolidar na sociedade as medidas previstas na Política Nacional de Resíduos Sólidos e criar uma cultura de coleta e reciclagem, especialmente dos produtos que trazem grandes danos ao meio ambiente.

“O crescimento exponencial da poluição causada por resíduos sólidos é motivo de preocupação para todos os brasileiros. Trata-se de um problema decorrente do crescimento econômico, do processo de urbanização e da mudança de hábitos da população, que consome cada vez mais produtos industrializados”, diz o deputado.

O parlamentar também ressalta a adoção de novas tecnologias, como o uso intensivo de computadores e telefones celulares, como fator que contribui para a poluição.

A proposta tramita em caráter conclusivo e será analisada pelas comissões de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

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