• RIO + 20

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  • INSTRUMENTOS PARA CONSULTA

  • Conheça as 11 ações que os funcionários do CREA-PR se comprometeram a executar em sua rotina diária:

    1 - Desligar o monitor na hora do almoço
    * é obrigatório desligar CPU e monitor após o expediente

    2 - Apagar todas as luzes na saída para o almoço
    * é obrigatório apagar todas as luzes após o expediente

    3 - Trocar o uso de copinho plástico para o café/chá por caneca

    4 - Adotar o uso de garrafa de água, ao invés do uso constante de copinhos plásticos

    5 - Separar o lixo em: papel, vidro, plástico e orgânico

    6 - Manter em local definido folhas utilizadas na frente para nova utilização na impressora (verso)

    7 - Manter local definido para depósito de papel já usado nos 2 lados (para descarte)

    8 - Antes de guardar o papel para reuso ou destinação final tirar clips e grampos

    9 - Ficar alerta para identificar e avisar sobre lâmpada queimada, torneira vazando, descarga desregulada, paredes sujas, etc

    10 - Ter comprometimento com o cuidado do ambiente

    11 - Reaproveitar os envelopes de papel, com novos usos

  • Conheça as sugestões encaminhadas pelo corpo funcional

    1 - Implantar PGRS nas unidades do CREA-PR

    2 - Buscar parceria com cooperativas e associações de catadores de papel para destinação do lixo coletado de forma seletiva

    3 - Mapear os utensílios disponíveis para coleta de lixo (lixeiras, cores, suporte para copo, café e água)

    4 - Modernização do ar condicionado (Lda)

    5 - Substituir frota a gasolina para uso de biocombustível (etanol)

    6 - Melhorar processos buscando maior adesão à documentos eletrônicos

    7 - Implantar programa de redução do uso de papel

    8 - Instalar sensor de presença em locais de menor acesso (arquivos, bwc, por exemplo)

    9 - Substituir torneira dos banheiros por torneiras de pressão

    10 - Criar mensagem positiva, voltada a sustentabilidade, para inserir na assinatura dos e-mails dos funcionários

    11 - Adotar uso de 100% de papel reciclável

    12 - Disponibilizar garrafa térmica para água - uso nos veículos

    13 - Aquisição de picotador de papel (para destinação de material sigiloso / dados cadastrais, etc)

    14 - Verificar melhor forma de destinação para grampos e clips

    15 - Disponibilizar lixeira (tnt) para carro

    16 - Disponibilizar suporte de garrafa (individual) para veículo

    17 - Realizar campanha antitabagismo

    18 - Incentivar adoção de Programa "Carona Solidária"

    19 - Aquisição de caneca de alumínio (para chá e café) em subsituição aos copinhos plásticos

    20 - Rever procedimentos e alternativas a impressão constante de fichas cadastrais

    21 -Adequar a impressão de ARs / sobra de papel

    22 - Realização de Palestras sobre Educação Ambiental

    23 - Fornecer roteirização (GPS) aos agentes de fiscalização - segurança/tempo/produtividade

    24 - Estipular um local para anotar nº de memorandos tramitados internamente no setor, suprimindo assim a impressão do mesmo, deixando-o somente virtual ex: do administrativo para o fiscal)

    25 - Identificar se há alguma restrição de documento que não possa ser impresso em papel reciclado

    26 - Rever os formulários utilizados no atendimento, se é possível inserir alguns campos para anotação de dados da ficha cadastral, suprimindo assim sua impressão

    27 - Priorizar o uso de meios eletrônicos (e-mail, arquivos eletrônicos, etc)

    28 - Analisar formas de reduzir a poluição visual nas unidades do Conselho (painel eletrônico)

    29 - Verificar mecanismo que impeça a incidência direta de luz solar no ambiente de trabalho, de modo que se mantenha a iluminação e a ventilação através das janelas

    30 - Instalação de sistema eletrônico de controle de luz (acende e apaga com horário agendado)

    31 - Verificar a viabilidade de secadores de mão com ar quente em substituição de toalhas/papel

    32 - Incentivar o uso de bicicleta (casa/trabalho/casa)

    33 - Disponibilizar bicicletário e também um vestiário (troca de roupa e banho)

    34 - Promover o “dia sem elevador”

    35 - Verificar a viabilidade para disponibilizar ônibus de transporte ao corpo funcional

    36 - Desligar a máquina fotocopiadora ao sair

    37 - Incentivar o corpo funcional a praticar o voluntariado

    38 - Racionalizar recursos não abrindo as unidades em datas de vésperas de feriado (uma vez que é baixa a procura por atendimento)

    39 - Descartar o uso de máquinas de café (foi unanime que pouquíssimos usam) e retornar ao café disponibilizado aos setores pela Copa

    40 - Verificar se as sugestões acatadas, estão contempladas no projeto da nova sede (principalmente no tocante a racionalização de água, energia / torneiras de pressão, descarga inteligente, saboneteiras...)

    41 - Disponibilizar orientações ao corpo funcional a respeito do uso dos equipamentos e materiais (o que é mais correto em relação a ligar/desligar, pode reusar o papel na impressora, etc)

    42 - Disponibilizar local de coleta de pilhas e outros resíduos perigosos

    43 - Uso apenas de pautas eletrônicas nas Câmaras Especializadas

    44 - Extinguir memorandos impressos dentro de um mesmo setor

    45 - Inserir como projeto futuro a digitalização de processos e protocolos

    46 - Estudar o uso de envelope vai-e-vem de papel e não de plástico como é hoje

    47 - Redução de certos impressos / funcionários percebem que há sobra de material (ex. catálogo empresarial)

    48 - Reduzir o "volume" do lixo, amassando latas de alumínio, por exemplo

    49 - Não amassar as folhas de papel pois prejudicam a reciclagem

    50 - Disponibilizar palestras sobre o tema de sustentabilidade e apresentação de "cases" de outras empresas

    51 - Motivar os funcionários a adotar "1 dia sem carro"

    52 - Utilizar os banners já usados para a confecção de crachás e outros materiais.

    53 - Rever nº de lanches solicitados para as reuniões, evitando desperdício

    54 - Manter motivados os funcionários com a apresentação constante de sugestões que venham de encontro a filosofia do Pacto Global

    55 - Usar sacos plásticos com cores diferenciadas por tipo de lixo (contemplar no PGRS)

    56 - Instituir o "Dia da Doação" para doação de roupas, livros, objetos, etc

    57 - Comprar produtos de qualidade, evitando o não uso e também possíveis descartes

    58 - Trocar toalheiro atual de tecido por toalhas de papel

    59 - Instalação de rampa de acesso para cadeirante no Desus/Call center (estar preparado para receber cadeirante)

    60 - Disponibilizar caixa coletadora de pilhas, baterias, óleo de cozinha...

    61 - Ampliar a disponibilização de serviços on line. caso do visto profissional entre outros

    62 - Estudar a possibilidade de frota com carros elétricos

    63 - Maior aproveitamento da iluminação e da ventilação natural

Design mais sustentável


As garrafas de plástico são geralmente vistas como vilãs da sustentabilidade. Mas é possível pensar em alternativas para minimizar o impacto delas no meio ambiente.

Desde janeiro, está no mercado a nova embalagem de água Crystal. Parte de seu material vem de plástico derivado da cana-de-açúcar. Outra novidade está na sua estrutura, mais maleável, que permite que a garrafa seja torcida quando descartada. A medida favorece a reciclagem e ainda faz com que o material ocupe menos volume no transporte.

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Outro exemplo na substituição de materiais vem de uma caixa de papelão para guardar ovos. Em vez do tradicional isopor ou plástico, a embalagem é feita com apenas uma peça e não usa cola, apenas encaixes. O projeto foi desenvolvido por Éva Valicseck, recém-formada no Instituto de Artes Aplicadas da University West Hungary, na Hungria. A caixa foi desenvolvida para um concurso de estudantes de design, ainda é um conceito, mas já recebeu ofertas de comercialização.

Fonte: Planeta Sustentável

Entenda a diferença entre turismo de aventura, ecoturismo e turismo sustentável


Fazer um turismo sustentável é levar na bagagem, além da máquina fotográfica para registrar os melhores momentos, o respeito à cultura e ao meio ambiente do local visitado. Por isso, ele não é feito apenas quando o roteiro envolve trilhas ou esportes radicais. Entenda a diferença entre alguns conceitos e aproveite melhor a sua próxima viagem!

Turismo de aventura
É a modalidade em que o turista protagoniza atividades de aventura (entendidas como “experiências físicas e sensoriais recreativas que envolvem desafios e que podem proporcionar sensações diversas como liberdade, prazer e superação”) como canoagem, ciclismo, arborismo e mergulho. As práticas podem ocorrer em diversos espaços (natural, construído, urbano, rural) e são de caráter recreativo e não competitivo – quando há competição, é considerado Turismo de Esportes.

Ecoturismo (ou turismo ecológico)
Segmento que considera viagens a áreas naturais como uma atividade responsável, que incentiva a conservação do patrimônio natural e cultural e promove o bem-estar das populações locais e a consciência ambiental nos turistas. Por isso, o ecoturismo pressupõe atividades que promovem a reflexão e a integração entre homem e ambiente, com envolvimento do turista nas questões relacionadas à conservação dos recursos do destino escolhido, que deve ser aproveitado de forma “ecologicamente suportável a longo prazo, economicamente viável, assim como ética e socialmente equitativo para as comunidades locais”, segundo a OMT (Organização Mundial do Turismo).

Turismo sustentável
É mais que um segmento do turismo – representa, na verdade, um conceito dentro do qual se encaixam todos os “tipos”, como ecoturismo e de aventura. Segundo a Organização Mundial de Turismo e o Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente, os princípios do Turismo Sustentável “são aplicáveis e devem servir de premissa para todos os tipos de turismo em quaisquer destinos”. Um turismo que se desenvolve de forma sustentável envolve questões como a gestão dos recursos econômicos, sociais e estéticos, e mantém a diversidade biológica e particularidades culturais.

Fonte: Superinteressante

SacoLona chega a comunidades do Rio de Janeiro


Josue Teixeira/ Gazeta do Povo / Nilcélia Ferreira e Karen Franco apresentaram o projeto no RioProjeto que nasceu em Ponta Grossa é adotado por organização carioca que atende mulheres dos morros do Cantagalo e do Pavão-Pavãozinho.

Um desafio que se transformou numa fonte de renda e numa alternativa de reaproveitamento. Há três anos, a concessionária de rodovias CCR-Rodonorte procurou a Associação para a Produção de Sacolas Recicláveis (Aprosar) de Ponta Grossa (Campos Gerais) com muitos e muitos metros quadrados de lonas de comunicação – utilizadas em avisos e campanhas publicitárias – que não podiam ser descartadas. Com habilidade e criatividade, as costureiras da entidade transformaram o material plástico em bolsas, pastas, sacolas, estojos e vários outros itens. O projeto que ganhou o nome de SacoLona agora chega a comunidades carentes do Rio de Janeiro.

Representantes da empresa e da associação passaram um dia inteiro, no fim de abril, apresentando o projeto para as integrantes da Associação das Costureiras Autônomas do Morro Cantagalo (Corte e Arte). A organização beneficia mulheres dos morros do Cantagalo e do Pavão-Pavãozinho. Desde dezembro de 2009, a área abrangida pelas duas comunidades recebeu uma Unidade de Polícia Pacificadora (UPP). “A associação surgiu, há 17 anos, como uma forma de as mulheres das duas comunidades produzirem e gerarem renda sem precisarem sair daqui. Antes da UPP, era um local muito violento e elas tinham medo de sair trabalhar longe e ter de deixar os filhos em casa, devido ao risco”, relata a presidente da Corte e Arte, Elisete Napoleão. Clique aqui e leia mais…

Pacto Global: Fórum de Sustentabilidade Rio +20


Cada tema apresenta desafios e oportunidades únicas de negócios, com capacidade para grandes contribuições do setor privado e de colaboração. Agricultura & Alimentação Descreve ações transformadoras que as empresas podem tomar, individualmente e em parcerias, para ajudar o desenvolvimento sustentável e resiliente seguro rural e segurança alimentar para todos – com ponta práticas corporativas a ser apresentados. Mais. Economia & Finanças Mostra como financiamento e investimento podem contribuir para a alocação mais eficiente de capital para o desenvolvimento sustentável, com sessões que abordam temas ambientais e sociais, incluindo produtos financeiros, infra-estrutura de mercado e de divulgação. Mais. Energia e Clima Explora a contribuição dos negócios em todos os setores para ajudar a alcançar o acesso universal de energia, aumentar a eficiência energética, duplicar a quota das energias renováveis no cabaz energético global, reduzir a sua pegada de carbono e aumentar a resiliência do clima. Mais. Desenvolvimento Social Examina como o setor privado pode dar poder aos pobres, criar mercados mais abrangentes e trazer oportunidades para o fundo da pirâmide. As questões abordadas incluem a corrupção, desigualdade, direitos humanos, empoderamento das mulheres e direitos das crianças, entre outros. Mais. Urbanização e Cidades Olha como as cidades podem criar sociedades onde econômicos, ecológicos, políticos e culturais são integrados e avançados – e vai destacar aspectos que os recursos materiais, humanos e financeiros podem ser aproveitadas para resultados sustentáveis urbanas. Mais. Água e Ecossistemas Explora aspectos fundamentais da gestão da água corporativa, incluindo a ação coletiva, os direitos humanos ea divulgação de água da empresa. Uma sessão especial sobre os ecossistemas ea biodiversidade vai apresentar um novo enquadramento para as estratégias e ações. Mais.

Dia 7 de maio – Dia Mundial das Crianças Afetadas e Infectadas pelo HIV/AIDS


O primeiro caso de AIDS em crianças aconteceu em 1982. Desde esse marco da epidemia, crianças sofrem com a contaminação pelo vírus HIV na grande maioria dos países empobrecidos ou em processo de desenvolvimento. É estimado que cerca de 6.000 a 7.000 crianças nasceram com HIV desde 1989 e cerca de 16.000 foram infectadas no parto.

Em 1997, a AIDS passou a ser a 11ª causa de morte de crianças entre 1 e 4 anos de idade.

Em 2009, cerca de mil crianças foram contaminadas por dia e 80% delas estão na África Subsaariana, onde os níveis de pobreza são altos. A pobreza, a desinformação e a falta de acesso a medicamentos transformaram a AIDS em flagelo no continente africano que na época tinha 22 milhões de infectados. Isto significa que na África estavam 67% do total de infectados pelo vírus HIV no mundo.

Por outro lado, as condições sociais e econômicas são fatores que determinam a longevidade das pessoas infectadas. Das crianças infectadas por HIV, apenas 10% tem acesso a tratamento anti-retroviral, o que faz com que uma parcela significativa morra antes de completar dois anos de idade.

Segundo dados da Organização Mundial de Saúde (OMS), 90% dos casos de contaminação em crianças se deu através da transmissão perinatal, ou seja, da mulher grávida para o feto.

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Entenda (quase) 80 anos de Código Florestal em minutos


Linha do tempo mostra algumas das mudanças mais importantes na legislação florestal brasileira ao longo de quase um século de polêmicas e reviravoltas.

A proposta de reformulação do Código Florestal tramita no Congresso há quase uma década, mas a história da legislação florestal brasileira é bem mais antiga.

1934 – PRIMEIRO CÓDIGO FLORESTAL
Aprovada por Getúlio Vargas, a primeira legislação florestal normatizou a ocupação das áreas de matas para proteger os solos, as águas e os mercados de madeira e carvão. Donos de terra poderiam cortar no máximo 75% da vegetação, sem a obrigatoriedade de recompor a região desmatada.

O primeiro Código também reconheceu a existência das chamadas florestas protetoras, que ajudam a conservar o regime de águas, evitar erosões, fixar dunas, entre outras atribuições semelhantes às atuais Áreas de Preservação Permanentes (APPs). Mas faltavam limites mínimos para a proteção dessas áreas.

1965 – “NOVO” CÓDIGO FLORESTAL (ATÉ HOJE EM VIGOR)
Diante da dificuldade de implementação da primeira legislação florestal, que veio sem medidas ou políticas que a fizessem sair do papel, o governo sancionou a Lei n° 4.771, que criava um novo Código, em vigor até hoje. Essa lei estabeleceu limites de uso e ocupação das regiões vegetadas e definiu as florestas protetoras como Áreas de Preservação Permanente (APPs), que são as margens de rios, encostas, topos e morros e vegetação litorânea, como mangues e restingas.

Também se instituiu a Reserva Florestal como uma parcela de cobertura vegetal da propriedade rural que varia de 20% a 50% por região geográfica. Se suprimida, essas áreas deveriam ter suas matas nativas recompostas ou substituídas por plantio de espécies exóticas. Clique aqui e leia mais…

Boras, Suécia: a cidade campeã da limpeza


O município reaproveita 99% de tudo o que joga fora e ganha tanto com isso que já está importando lixo da Noruega, para poder gerar mais energia.

A cidade de Boras, na Suécia, tem 105 000 habitantes, 1 500 indústrias e nem 1 grama de lixo. Seus resíduos têm três destinos: 42% são incinerados e convertidos em energia elétrica, 30% são tratados biologicamente e transformados em biocombustível e 27% são reciclados. A reciclagem é feita inteiramente pela população, que se encarrega de separar e levar o material até os postos de coleta espalhados por toda a cidade.

Caminhões recolhem o lixo orgânico (em sacos pretos, destinados à obtenção de biogás em usina inteiramente automatizada) e o resto (em sacos brancos, incinerados em fornos não poluentes). Menos de 1% do lixo é enterrado, porque o imposto para usar aterro é muito alto. O modelo foi iniciado em 1988, com 300 famílias, e é exportado – a universidade local presta assessoria de reaproveitamento de lixo a cidades no mundo inteiro , brasileiras, inclusive (Macaé, no Rio de Janeiro, e Sobral, no Ceará). Localmente, a experiência deu tão certo que falta lixo: o município hoje importa detritos da Noruega para gerar mais energia limpa.

E o esforço continua. O diretor da escola de engenharia da Universidade de Boras, Hans Björk, diz: “Depois do lixo zero, nosso investimento agora é na eliminação total dos combustíveis fósseis”

Fonte: Planeta Sustentável

1º Troféu Susie Pontarolli de Sustentabilidade


Participaram ontem do lançamento do Troféu Susie Pontarolii o Diretor Tesoureiro André Luis Gonçalves e a Coordenadora do Comitê de Responsabilidade Socioambiental Corporativa do CREA-PR, Cacilda Redivo. No evento muita emoção e o reconhecimento a pessoa e ao trabalho da Susie. Você ou a sua empresa desenvolvem algum projeto relacionado aos temas voluntariado, meio ambiente, desenvolvimento sustentável ou acessibilidade?  A Copel está convidando os empregados e fornecedores de serviços de capacitação e treinamento para inscreverem seus trabalhos no 1º Troféu Susie Pontarolli de Sustentabilidade.
Os trabalhos poderão ser inscritos entre os dias 30 de maio e 30 de junho/2012. A Cerimônia de premiação será no III Seminário de Boas Práticas Socioambientais, a ser realizado pela Copel, nos dias 6 e 7 de novembro/2012.
Clique no link abaixo, para conhecer as regras do troféu e a ficha de inscrição:

http://www.copel.com/hpcopel/root/nivel2.jsp?endereco=%2Fhpcopel%2Froot%2Fpagcopel2.nsf%2Fverdocatual%2F5BBE2DE64D700EFA032579ED005A19E9

Dia 01 de maio: Dia do Trabalho


Comemorado no dia 1º de maio, o Dia do Trabalho ou Dia do Trabalhador é uma data comemorativa usada para celebrar as conquistas dos trabalhadores ao longo da história. Nessa mesma data, em 1886, ocorreu uma grande manifestação de trabalhadores na cidade americana de Chicago.

Milhares de trabalhadores protestavam contra as condições desumanas de trabalho e a enorme carga horária pela qual eram submetidos (13 horas diárias). A greve paralisou os Estados Unidos. No dia 3 de maio, houve vários confrontos dos manifestantes com a polícia. No dia seguinte, esses confrontos se intensificaram, resultando na morte de diversos manifestantes. As manifestações e os protestos realizados pelos trabalhadores ficaram conhecidos como a Revolta de Haymarket.

Em 20 de junho de 1889, em Paris, a central sindical chamada Segunda Internacional instituiu o mesmo dia das manifestações como data máxima dos trabalhadores organizados, para, assim, lutar pelas 8 horas de trabalho diário. Em 23 de abril de 1919, o senado francês ratificou a jornada de trabalho de 8 horas e proclamou o dia 1° de maio como feriado nacional.

Após a França estabelecer o Dia do Trabalho, a Rússia foi o primeiro país a adotar a data comemorativa, em 1920. No Brasil, a data foi consolidada em 1924 no governo de Artur Bernardes. Além disso, a partir do governo de Getúlio Vargas, as principais medidas de benefício ao trabalhador passaram a ser anunciadas nessa data. Atualmente, inúmeros países adotam o dia 1° de maio como o Dia do Trabalho, sendo considerado feriado em muitos deles.

Fonte: Brasil Escola

Dia 30 de abril: Dia Nacional da Mulher


Foi no dia 30 de abril que nasceu a fundadora do Conselho Nacional da Mulheres, Sra. Jerônima Mesquita. Como homenagem àquela extraordinária mulher, grande filantropa, foi escolhido o dia de seu nascimento para se comemorar o Dia Nacional da Mulher.

Derrubaram-se tabus, obstáculos foram vencidos, a ocupação dos espaços foi iniciada. Graças à coragem de muitas, as mulheres conquistaram o direito ao voto, a chefia dos lares, colocação profissional, independência financeira e liberdade sexual. Apesar de válidas, essas aberturas ainda são uma gota num oceano de injustiças e preconceitos.

No último século, o movimento feminista contribuiu imensamente para a efetivação das conquistas das mulheres. Embora muito tenha sido feito, as respostas às questões femininas são pouco eficazes, já que os homens ainda detêm a hegemonia em diversos setores sociais. As politicas públicas ainda devem muitos feitos à população feminina.

Prova da necessidade de maior reconhecimento da mulher é a própria institucionalização de uma data-homenagem; se a sociedade efetivamente tivesse incorporado a idéia de que os dois sexos estão em pé de igualdade, não haveria necessidade de se criar um dia para lembrá-la; seria uma atitude inútil e redundante.

A busca incessante por um lugar ao sol está apenas começando. As mulheres seguem às voltas com os mais variados tipos de violência: no lar, no trabalho e na sociedade. São vítimas, na maioria das vezes silenciosas e indefesas, de agressões físicas, sexuais e psicológicas de todos os tipos e intensidades. E de outras tantas formas de violência, bem mais sutis, embora não menos perversas, como a desvalorização no mercado de trabalho (recebendo salários sempre menores do que os homens que exercem as mesmas funções), as dificuldades de ascensão a postos de comando (nas empresas e na política) e a dupla jornada, entre outras tantas.

Ao contrário do que se possa pensar, não é necessária uma “Guerra dos Sexos” para que o quadro de injustiças se reverta. Sem destituir-se de sua feminilidade, as mulheres podem engajar-se numa luta forte, mas não necessariamente agressiva. Provar ao mundo que não é necessário se revestir de um invólucro masculino para intimidar seus oponentes. A força feminina é suave e poderosa por si só.

A história de lutas e conquistas de tantas mulheres, muitas delas mártires de seu ideal, no decorrer de quase dois séculos, leva a humanidade a iniciar um novo milênio diante da constatação de que ela buscou e conquistou seu lugar. Mais que isso, assegurou seu direito à cidadania, legitimando seu papel enquanto agente transformador.

Fonte: Portal São Francisco

Abertas inscrições do Programa Jovens Embaixadores Ambientais


Programa, realizado pela Bayer e pelas Nações Unidas, chega na 9ª edição.

Estão abertas as inscrições para a edição 2012 do Programa Jovens Embaixadores Ambientais, uma parceria mundial entre a Bayer e o Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA). As inscrições podem ser feitas até o dia 29 de junho de 2012 nesse site, em que os candidatos devem descrever o projeto socioambiental do qual participam, incluindo as atividades realizadas, os benefícios da iniciativa e os resultados alcançados.

O concurso oferece duas premiações – uma no Brasil e outra na Alemanha – com o objetivo de reconhecer as melhores práticas socioambientais entre jovens e traz novidades: na edição de 2012, os oito estudantes vencedores receberão prêmios que variam entre R$ 2 mil e R$ 15 mil, de acordo com a classificação, em bolsas de estudo ou como financiamento do projeto realizado. Os jovens premiados no país terão a oportunidade de conhecer um destino ecológico com bias práticas na área de sustentabilidade do Brasil. Já os estudantes premiados e com fluência em inglês terão a oportunidade de participar de uma semana de atividades em Leverkussen, cidade sede da Bayer, na Alemanha.

Para participar, os candidatos devem ter entre 18 e 24 anos de idade, estarem matriculados no ensino médio, cursos universitários ou de pós-graduação reconhecidos pelo MEC e participar ativamente de projetos socioambientais (que podem ser de iniciativa própria ou conduzida por intermédio de uma iniciativa privada, de associações ou ONGs).

Uma novidade desse ano é a participação do Facebook no processo de seleção. Os estudantes podem promover uma votação na rede social, que pode ajudar a ampliar a nota de seu projeto na classificação final.

Fonte: Atitude Sustentável

7 ideias de jardins sustentáveis em espaços pequenos


Reaproveitar pedaços de madeira e outros materiais como vasos ou canteiros pode ser uma boa ideia para espaços menores.

 

Veja ideias de suportes feitos com madeiras reutilizadas, ideias para pequenos jardins em casas ou apartamentos.

Clique aqui e leia mais…

Banquetas são feitas com reutilização de lã


Designer alemão cria modelo que pode ser feito com diversas lãs e fios.

A coleção de móveis “Family of Stools”, do designer alemão Bastian Goeges, utiliza madeira certificada e novelos antigos de lã em pequenas banquetas.

A ideia é simples, já que é necessário apenas uma banqueta base e muita lã. Depois. Basta ir enrolando os fios, como se fosse um grande novelo. Para conseguir almofadas maiores, basta colocar espuma antes de começar a enrolar a lã.

Veja mais no site de Bastian Goeges (em alemão).

Fonte: Atitude Sustentável

 

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