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  • INSTRUMENTOS PARA CONSULTA

  • Conheça as 11 ações que os funcionários do CREA-PR se comprometeram a executar em sua rotina diária:

    1 - Desligar o monitor na hora do almoço
    * é obrigatório desligar CPU e monitor após o expediente

    2 - Apagar todas as luzes na saída para o almoço
    * é obrigatório apagar todas as luzes após o expediente

    3 - Trocar o uso de copinho plástico para o café/chá por caneca

    4 - Adotar o uso de garrafa de água, ao invés do uso constante de copinhos plásticos

    5 - Separar o lixo em: papel, vidro, plástico e orgânico

    6 - Manter em local definido folhas utilizadas na frente para nova utilização na impressora (verso)

    7 - Manter local definido para depósito de papel já usado nos 2 lados (para descarte)

    8 - Antes de guardar o papel para reuso ou destinação final tirar clips e grampos

    9 - Ficar alerta para identificar e avisar sobre lâmpada queimada, torneira vazando, descarga desregulada, paredes sujas, etc

    10 - Ter comprometimento com o cuidado do ambiente

    11 - Reaproveitar os envelopes de papel, com novos usos

  • Conheça as sugestões encaminhadas pelo corpo funcional

    1 - Implantar PGRS nas unidades do CREA-PR

    2 - Buscar parceria com cooperativas e associações de catadores de papel para destinação do lixo coletado de forma seletiva

    3 - Mapear os utensílios disponíveis para coleta de lixo (lixeiras, cores, suporte para copo, café e água)

    4 - Modernização do ar condicionado (Lda)

    5 - Substituir frota a gasolina para uso de biocombustível (etanol)

    6 - Melhorar processos buscando maior adesão à documentos eletrônicos

    7 - Implantar programa de redução do uso de papel

    8 - Instalar sensor de presença em locais de menor acesso (arquivos, bwc, por exemplo)

    9 - Substituir torneira dos banheiros por torneiras de pressão

    10 - Criar mensagem positiva, voltada a sustentabilidade, para inserir na assinatura dos e-mails dos funcionários

    11 - Adotar uso de 100% de papel reciclável

    12 - Disponibilizar garrafa térmica para água - uso nos veículos

    13 - Aquisição de picotador de papel (para destinação de material sigiloso / dados cadastrais, etc)

    14 - Verificar melhor forma de destinação para grampos e clips

    15 - Disponibilizar lixeira (tnt) para carro

    16 - Disponibilizar suporte de garrafa (individual) para veículo

    17 - Realizar campanha antitabagismo

    18 - Incentivar adoção de Programa "Carona Solidária"

    19 - Aquisição de caneca de alumínio (para chá e café) em subsituição aos copinhos plásticos

    20 - Rever procedimentos e alternativas a impressão constante de fichas cadastrais

    21 -Adequar a impressão de ARs / sobra de papel

    22 - Realização de Palestras sobre Educação Ambiental

    23 - Fornecer roteirização (GPS) aos agentes de fiscalização - segurança/tempo/produtividade

    24 - Estipular um local para anotar nº de memorandos tramitados internamente no setor, suprimindo assim a impressão do mesmo, deixando-o somente virtual ex: do administrativo para o fiscal)

    25 - Identificar se há alguma restrição de documento que não possa ser impresso em papel reciclado

    26 - Rever os formulários utilizados no atendimento, se é possível inserir alguns campos para anotação de dados da ficha cadastral, suprimindo assim sua impressão

    27 - Priorizar o uso de meios eletrônicos (e-mail, arquivos eletrônicos, etc)

    28 - Analisar formas de reduzir a poluição visual nas unidades do Conselho (painel eletrônico)

    29 - Verificar mecanismo que impeça a incidência direta de luz solar no ambiente de trabalho, de modo que se mantenha a iluminação e a ventilação através das janelas

    30 - Instalação de sistema eletrônico de controle de luz (acende e apaga com horário agendado)

    31 - Verificar a viabilidade de secadores de mão com ar quente em substituição de toalhas/papel

    32 - Incentivar o uso de bicicleta (casa/trabalho/casa)

    33 - Disponibilizar bicicletário e também um vestiário (troca de roupa e banho)

    34 - Promover o “dia sem elevador”

    35 - Verificar a viabilidade para disponibilizar ônibus de transporte ao corpo funcional

    36 - Desligar a máquina fotocopiadora ao sair

    37 - Incentivar o corpo funcional a praticar o voluntariado

    38 - Racionalizar recursos não abrindo as unidades em datas de vésperas de feriado (uma vez que é baixa a procura por atendimento)

    39 - Descartar o uso de máquinas de café (foi unanime que pouquíssimos usam) e retornar ao café disponibilizado aos setores pela Copa

    40 - Verificar se as sugestões acatadas, estão contempladas no projeto da nova sede (principalmente no tocante a racionalização de água, energia / torneiras de pressão, descarga inteligente, saboneteiras...)

    41 - Disponibilizar orientações ao corpo funcional a respeito do uso dos equipamentos e materiais (o que é mais correto em relação a ligar/desligar, pode reusar o papel na impressora, etc)

    42 - Disponibilizar local de coleta de pilhas e outros resíduos perigosos

    43 - Uso apenas de pautas eletrônicas nas Câmaras Especializadas

    44 - Extinguir memorandos impressos dentro de um mesmo setor

    45 - Inserir como projeto futuro a digitalização de processos e protocolos

    46 - Estudar o uso de envelope vai-e-vem de papel e não de plástico como é hoje

    47 - Redução de certos impressos / funcionários percebem que há sobra de material (ex. catálogo empresarial)

    48 - Reduzir o "volume" do lixo, amassando latas de alumínio, por exemplo

    49 - Não amassar as folhas de papel pois prejudicam a reciclagem

    50 - Disponibilizar palestras sobre o tema de sustentabilidade e apresentação de "cases" de outras empresas

    51 - Motivar os funcionários a adotar "1 dia sem carro"

    52 - Utilizar os banners já usados para a confecção de crachás e outros materiais.

    53 - Rever nº de lanches solicitados para as reuniões, evitando desperdício

    54 - Manter motivados os funcionários com a apresentação constante de sugestões que venham de encontro a filosofia do Pacto Global

    55 - Usar sacos plásticos com cores diferenciadas por tipo de lixo (contemplar no PGRS)

    56 - Instituir o "Dia da Doação" para doação de roupas, livros, objetos, etc

    57 - Comprar produtos de qualidade, evitando o não uso e também possíveis descartes

    58 - Trocar toalheiro atual de tecido por toalhas de papel

    59 - Instalação de rampa de acesso para cadeirante no Desus/Call center (estar preparado para receber cadeirante)

    60 - Disponibilizar caixa coletadora de pilhas, baterias, óleo de cozinha...

    61 - Ampliar a disponibilização de serviços on line. caso do visto profissional entre outros

    62 - Estudar a possibilidade de frota com carros elétricos

    63 - Maior aproveitamento da iluminação e da ventilação natural

Desigualdade – Pessoas sem casa, casas sem pessoas


Os primeiros dados do Censo divulgados pelo Instituto Nacional de Geografia e Estatística (IBGE) mostram que o número de domicílios vagos no país é maior que o déficit habitacional brasileiro. Existem hoje no Brasil, segundo o censo, pouco mais de 6,07 milhões de domicílios vagos, incluindo os que estão em construção. O número não leva em conta as moradias de ocupação ocasional (de veraneio, por exemplo) nem casas cujos moradores estavam temporariamente ausentes durante a pesquisa. Mesmo assim, essa quantidade supera em cerca de 200 mil o número de habitações que precisariam ser construídas para que todas as famílias brasileiras vivessem em locais considerados adequados: 5,8 milhões. O Brasil possui cerca de 33 milhões de pessoas sem moradia, segundo o relatório lançado  pelo Programa das Nações Unidas para Assentamentos Humanos. Desse número, cerca de 24 milhões que não possuem habitação adequada ou não têm onde morar, vivam nos grandes centros urbanos. O déficit de moradia no país chega hoje a 7,7 milhões, das quais 5,5 milhões estão em centros urbanos. Se o cálculo incluir moradias inadequadas (sem infra-estrutura básica), o número chega a uma faixa de 12,7 a 13 milhões de habitações, com 92% do déficit concentrado nas populações mais pobres. A população favelada no Brasil aumentou 42% nos últimos 15 anos e alcança quase 11 milhões de pessoas, segundo análise do Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada) com base na Pnad (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios, do IBGE. Um total de 11.425.644 de pessoas –o equivalente a 6% da população do país, ou pouco mais de uma população inteira de Portugal ou mais de três vezes a do Uruguai. Esse é o total de quem vive, atualmente, no Brasil em aglomerados subnormais, nome técnico dado pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). Com base nos vários itens de monitoramento das condições de moradia, que levam em conta, por exemplo, o acesso a serviços de saneamento, o material de construção usado e até o número de pessoas que dormem por cômodo, o Ipea concluiu que 54,6 milhões pessoas nas cidades vivem em situação inadequada. Isso equivale a 34,5% da população urbana.   E um estudo do Programa das Nações Unidas para os Assentamentos Humanos, em 2000, mostrava, na América Latina, déficit de 51 milhões de moradias. Marcos Rogério Sampaio Diretor da Granmarcos / Colaborador do Portal Planeta Voluntários http://www.planetavoluntarios.com.br

Agencia de noticias do Terceiro setor

ISAE/FGV participa da Conferência PRME América Latina


???????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????Acontece entre os dias 17 e 19 de junho, no México, o 3° Encontro de signatários latino-americanos e caribenhos dos Princípios para Educação Executiva Responsável da ONU – PRME tendo como tema “Ética, Transparência e Sustentabilidade: Pilares da Competitividade Empresarial”. O evento será realizado pela EGADE Business School – Instituto Tecnológico de Monterrey e traz lideranças de diversos países para discutir sobre as melhores práticas nas Escolas de Negócios, agenda de cooperação, experiências empresariais, princípios do milênio, energia renovável, mudanças climáticas e desenvolvimento sustentável.

Na ocasião, o presidente do ISAE/FGV, Norman de Paula Arruda Filho irá apresentaro case “Perspectivação: um Novo Modelo de Educação Executiva Responsável”. Além disso, serão discutidas questões sobre o uso da inovação nas Escolas de Negócio, bem como a implementação dos princípios do PRME em sala de aula.

ISAE
O Instituto Superior de Administração e Economia do Mercosul (ISAE) fundado em 1996, tem a missão de contribuir para o desenvolvimento sustentável, promovendo a evolução pessoal, empresarial e social, por meio da inovação, geração, estimulação e disseminação de conhecimentos em gestão. Signatário do Pacto Global da Organização das Nações Unidas e do PRME (Princípios para Educação Empresarial Responsável), o ISAE/FGV promove a capacitação, desenvolvimento e atualização de executivos, norteada por princípios difundidos globalmente, presentes em políticas e práticas implantadas pelas maiores e mais respeitadas organizações do mundo.

 

Serviço:

Conferência PRME América Latina

Palestra “Perspectivação: um Novo Modelo de Educação Executiva Responsável” com Dr Norman de Paula Arruda Filho

Data: 17 a 19 de junho

Local: México

Redes Sociais: FacebookeLinkedIn
www.isaebrasil.com.br

Imagens:www.mediafire.com/sorttiesolcriativas

Semana Acadêmica de Engenharia Ambiental Dois Vizinhos UNISEP


A Abertura contará com a presença do engenheiro ambiental e presidente da Associação Paranaense dos Engenheiros Ambientais Renato Muzzolon, que participará representando o CREA-PR.
DATA: 02 a 06 de junho de 2014
TEMA : ENERGIAS RENOVÁVEIS E SUSTENTABILIDADE
INFORMAÇÕES : COORDENAÇÃO DO CURSO ENGENHARIA AMBIENTAL
UNISEP – DOIS VIZINHOS
Contato: 46 3581 5000 R531   EMAIL : saea@unisep.edu.br / engenharia@unisep.edu / luchele@unisep.edu
ATENÇÃO ACADÊMICOS QUE PRECISAM DE HORAS PARA ACCS , OPORTUNIDADE : SEMANA ACADÊMICA

CREA promove Fórum Estadual do Programa Casa Fácil em Londrina


O CREA-PR realiza nesta semana, nos dias 28 e 29/5, em Londrina, o 1º Fórum Estadual do Programa Casa Fácil, que tem como tema central a definição de objetivos e estratégias de atuação do Programa e a troca de experiências entre as entidades de classe. O presidente do Conselho, engenheiro civil Joel Krüger, estará presente e fará a abertura do evento.

O gerente do Departamento de Relações Institucionais (DRI) do CREA-PR, Claudemir Marcos Prattes, estima a participação de representantes de cerca de 50 entidades de classe de todo o Paraná. Ele esclarece que o Fórum é uma ação direta CDER – Colégio de Entidades de Classe, em parceria com o CREA-PR, visando o atendimento à proposta apresentada durante o 39º EPEC-Encontro Paranaense de Entidades de Classe, ocorrido em novembro de 2013.

“O CDER propôs o Fórum para promover a discussão e o aprimoramento desse projeto que hoje está em aproximadamente 80 municípios”, cita Prattes. “Vamos também traçar estratégias de negociação das entidades de classe junto aos municípios”, completa o gerente.

Para o coordenador estadual do CDER e presidente da Associação de Engenheiros e Arquitetos de Maringá, Nivaldo Barbosa de Lima, a expectativa é de que o 1º Fórum Estadual do Programa Casa Fácil seja um evento técnico e bastante produtivo. “Vamos unir entidades de diferentes regiões do Estado e que já atuam com o programa para esclarecer dúvidas e falar sobre suas experiências. Será com certeza um evento muito bom”, espera.

A importância da troca de experiências que o Fórum deve promover também é um aspecto destacado pela presidente do Clube de Engenharia e Arquitetura de Londrina (CEAL), Maria Clarice Rabelo Moreno. “Nossa expectativa é a melhor possível. Uma solução adotada em um município pode servir de exemplo para outro. Da mesma forma, juntos podemos encontrar soluções para problemas comuns. Afinal, a união faz a força”, ressalta.

O Programa Casa Fácil

O programa Casa Fácil foi criado pelo CREA-PR em 1989 e tem como objetivo   firmar   parcerias entre entidades de classe e prefeituras municipais   para construção de moradias populares de até 70 metros quadrados.

Por meio desses convênios é garantido acompanhamento técnico durante a obra, documentação legal e pagamento de taxas reduzidas ao CREA.

Para ter acesso ao Casa Fácil, a renda familiar deve ser de até trás salários mínimos e o beneficiado deve comprovar a posse do terreno. Pela lei federal 11.888/2008, as famílias com renda de até três salários mínimos têm direito à assistência técnica pública e gratuita para o projeto e a construção de habitação de interesse social para sua própria moradia. Assim, o Programa Casa Fácil é uma iniciativa de sucesso e que permite aos gestores públicos municipais atender esta exigência normativa.

Serviço

O 1º Fórum Estadual do Programa Casa Fácil será realizado no auditório do Clube de Engenharia e Arquitetura de Londrina (Av. Maringá, 2400 – Londrina-PR), com início às 13h30 desta próxima quarta-feira, dia 28/5.

 

Aproveite esta oportunidade e qualifique-se! UFPR Palotina


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UniBrasil apoia o movimento “Maio Amarelo”


Instituição mobiliza acadêmicos, professores e comunidade pela segurança no trânsito

Em apoio ao movimento Maio Amarelo, a UniBrasil coloca em pauta, durante todo o mês de maio, discussões sobre a problemática do trânsito. O assunto ultrapassa a esfera acadêmica e envolve a comunidade por meio do Grutun! Grupo de Teatro UniBrasil. Com o objetivo de conscientizar a população de que educação e paz no trânsito é resultado de uma ação conjunta de toda a população, a trupe faz cinco apresentações gratuitas da peça “Vai e Vem do Bem”, no mês de maio. Segundo o diretor do Grutun!, Alex Wolf, como toda educação começa na infância, as questões ligadas ao trânsito não poderiam ser diferentes. “Hoje, percebemos que os pequenos possuem forte influência sobre os pais – inclusive na maneira como dirigem”, ressalta. O Brasil faz parte de um grupo de 87 países que concentra 80% das mortes no trânsito mundial. As estatísticas demonstram que 43 mil pessoas morrem em decorrência de acidentes em todo o país. “Vai e Vem do Bem” conta a história de uma guarda de trânsito que virou santa. Com a ajuda de um anjinho, ela desce à Terra todos os dias, para proteger as pessoas das maldades praticadas pelo Diabinho Infracionário. As apresentações iniciam dia 15 de maio, às 9h30, no campus da UniBrasil, em Curitiba – e se estendem nos dias 17 e 18, nas escolas municipais Santa Ana Mestra, Margarida Orso Dallagassa, Vila Zanon e Prof. Darcy Ribeiro. Em parceria com o Setran e o IPTran, o Grutun! também apresenta, no dia 25, às 15h, a peça A Tempestade, de Shakespeare, no Bosque da Vida – espaço criado no Parque da Barreirinha, em homenagem às vítimas fatais de acidentes de trânsito na capital paranaense. No mesmo dia, o Grutun! planta uma árvore no Bosque da Vida, em homenagem ao coordenador do curso de jornalismo da UniBrasil e fundador do Grutun!, Victor Folquening, que morreu atropelado em 2012, aos 38 anos, em Curitiba. Maio Amarelo é um movimento internacional de conscientização para redução de acidentes de trânsito. Dia 11 de maio de 2011, a ONU decretou a Década de Ação para Segurança no Trânsito. Com isso, o mês de maio se tornou a referência mundial para o balanço das ações que o mundo inteiro realiza. Em maio também é comemorada a Semana Mundial de Segurança ao Pedestre, que foi lançada em 2013. A exemplo de outros movimentos mundiais, como Outubro Rosa e Novembro Azul, a fita que simboliza o movimento é sinal de mobilização – e a cor amarela foi escolhida por simbolizar a atenção e também a sinalização de advertência no trânsito. Entre as ações prevista para o mês de maio, está a passeata pela segurança no trânsito, no dia 10, com saída às 9h30 da Praça Santos Andrade, em Curitiba. Serviço – Maio Amarelo: 10/05 - Passeata pela segurança no trânsito (saída às 9h30 da Praça Santos Andrade). 15/05 - Apresentação da peça “Vai e Vem do Bem” (campus da UniBrasil – entrada gratuita). 17/05 - Apresentações da peça “Vai e Vem do Bem” (escolas municipais Santa Ana Mestra e Margarida Orso Dallagassa). 18/05 - Apresentações da peça “Vai e Vem do Bem” (escolas municipais Vila Zanon e Prof. Darcy Ribeiro). 25/05 - Apresentação da peça “A Tempestade” (Bosque da Vida – entrada gratuita). Homenagem ao professor Victor Folquening. Sobre o Grutun! O Grutun! Grupo de Teatro UniBrasil foi fundado pelo jornalista e professor Victor Folquening, no final de 2006, com a intenção de aproximar as atividades artísticas dos estudantes dos diversos cursos da instituição. Dirigido pelo ator, diretor, cantor lírico e produtor Alex Wolf, o grupo tem no currículo mais de 15 espetáculos e plateias ilustres, como Ariano Suassuna. O Grutun! assume desde o batismo, com o ponto de exclamação como sinalizador, a vocação protagonista. Fazer pensar, despertar amor pelo teatro, dar o primeiro passo para a formação de atores, estimular a leitura da grande literatura, participar em trotes solidários, formar plateia, ampliar a cultura são alguns dos objetivos da UniBrasil com o Grutun!. “Não é um pequeno grupo de teatro de estudantes, é um grupo de estudantes que faz teatro com paixão e seriedade, voltado à expansão do conceito de cidadania”, afirma Alex Wolf. Sobre a UniBrasil Fundada em 2000, por professores doutores da Universidade Federal do Paraná, a UniBrasil (Faculdades Integradas do Brasil) possui mais de 7 mil alunos em cursos de graduação, pós-graduação e mestrado. Além de excelência na formação, com corpo docente altamente qualificado (75% dos professores com títulos de mestre ou doutor), a UniBrasil promove o incentivo ao esporte (com a manutenção de equipes e bolsas de estudo aos atletas), à globalização (com programas de intercâmbio e bolsas internacionais), à sustentabilidade (com ações sustentáveis e adesão ao Global Compact da ONU), à cultura (com o grupo de teatro Grutun!) e à pesquisa (com uma biblioteca com mais de 100 mil volumes e investimento em publicações). Com 150 mil metros quadrados, o campus das Faculdades Integradas do Brasil está localizado no bairro do Tarumã, na capital paranaense. A infraestrutura moderna oferece aos alunos estacionamento amplo, complexo esportivo com academia, quadra poliesportiva, piscina, modernos laboratórios de informática e Clínicas de Saúde (com atendimento gratuito à comunidade).

Lei-anticorrupcao exige nova postura das empresas


A implantação de sistemas de compliance foi debatida em workshop promovido pelo Ethos, Sesi, Cifal e Rede Brasileira do Pacto Global.          

“Temos a crença de que a transparência e a ética nos negócios traz competitividade às nossas empresas e não é de agora que o Sistema Fiep aborda este tema”, disse a gerente de Projetos de Articulação Estratégica e Inovação Social do Sesi no Paraná, Maria Cristhina Rocha, fazendo referência ao Fórum Transparência e Competitividade. Promovido pelo Sistema Fiep e pelo Instituto das Nações Unidas para Treinamento e Pesquisa (Unitar) em novembro passado, o fórum reuniu especialistas brasileiros e estrangeiros para debater os prejuízos que a corrupção traz para as empresas, as ferramentas que podem ser usadas para prevenir essa prática e o papel das organizações no combate à corrupção. “Agora trouxemos empresas para compartilhar suas experiências, falando das vantagens de se ter negócios éticos e contando como foi a implantação de sistemas de compliance. Precisamos trazer às indústrias do Paraná essas experiências reveladoras”, completou.

Para o assessor executivo da Presidência do Instituto Ethos, Felipe Saboya, o Brasil vem avançando bastante nos últimos anos na elaboração de marcos legais e sistemas de controle visando o combate à corrupção. Segundo ele, exemplos disso foram a criação da Controladoria-Geral da União (em 2003) e de várias legislações, como as leis dos portais de transparência (2009), da Ficha Limpa (2010), de Acesso à Informação (2011) e, finalmente, a de Anticorrupção Empresarial (2013). “Mas tão grande quanto o desafio de se desenvolver uma lei como essa é a implantação dela e a adaptação das empresas para que obedeçam a ela”, afirmou Saboya. “Eventos como este, que discutem compliance, mostram o interesse e a mobilização das empresas. Este é um tema que não tem volta e é importante que as empresas estejam no rumo correto do desenvolvimento sustentável”, acrescentou.

Aline Marsicano Figueiredo, coordenadora de Relações Institucionais do Instituto Ethos e também coordenadora da Força-Tarefa do 10º Princípio da Rede Brasileira do pacto Global, destacou a importância da participação da sociedade civil na aprovação da Lei Anticorrupção Empresarial. “Quando se fala na aprovação dessa lei, é impossível negar o impacto das manifestações populares de junho em todo o país”, observou.

Aprovada no ano passado e em vigor desde o início de 2014, a Lei Federal n° 12.486/2013, conhecida como Lei Anticorrupção Empresarial, prevê a responsabilização objetiva – independentemente de dolo – das empresas envolvidas em práticas corruptas. Com a nova lei, a punição deixa de atingir apenas o funcionário que tenha cometido algum ato de corrupção contra a administração pública nacional ou estrangeira e passa a punir a própria empresa. Além disso, a legislação estabelece que as empresas que implantam sistemas de prevenção da corrupção e de compliance tenham atenuantes legais caso sejam apontadas como corruptas.

Desafios

O workshop contou com a presença de representantes de dezenas de empresas, que participaram de uma oficina com um passo a passo para a implantação de sistemas de compliance. Temas como cultura de compliance, gestão de risco, canais de denúncia e de remediação internos e melhorias contínuas nas organizações foram debatidos durante a oficina.

Além disso, um painel com executivos de empresas que já possuem programas de transparência e combate à corrupção instalados e especialistas no tema debateu os desafios enfrentados pelas companhias nesse processo. “Compliance é estar em conformidade e fazer cumprir regulamentos internos e externos. Corrupção é consequência da ausência de compliance”, resumiu Maurício Reggio, sócio-diretor da ICTS Protiviti, empresa de consultoria e serviços em gestão de riscos de negócios e ética empresarial.

Reggio afirmou ainda que, ao se debruçarem sobre a nova legislação, as empresas não devem preocupar-se apenas com as multas ou outras sanções legais que podem ser aplicadas contra companhias que se envolverem em casos de corrupção. De acordo com ele, existem prejuízos intangíveis que podem vir junto com a punição. “As multas aplicadas pela nova lei são apenas a ponta do iceberg. Os custos extras que essa penalidade acarreta para a empresa e os danos na reputação são muito maiores”, declarou. Para ele, o sucesso na implantação de um sistema de compliance eficiente depende, entre outros fatores, de cinco pontos principais: regras claras e conhecidas por todos na empresa; estrutura organizacional preparada e efetiva; riscos conhecidos; controles efetivos; e mecanismos de combate adequados e disponíveis.

Para Ivy Manfredini Barbosa, do Departamento Jurídico da Volvo, outro fator sempre deve ser levado em conta pelas empresas. “A primeira regra do compliance é que a gente tem que estar em revisão continuamente. A corrupção sempre encontra uma forma de acontecer que não é aquela prevista no papel”, disse. Além disso, o treinamento dos funcionários e o cuidado também na relação com os fornecedores são importantes nos processos de compliance. A Volvo, além de possuir um código de conduta e um comitê de riscos, também tem um canal de denúncias.

Bruno Luz Martins, responsável pela área de sustentabilidade da indústria de confecções Dudalina, que tem mais de 2.600 colaboradores, acrescentou que o comprometimento da alta direção da empresa com os processos de prevenção de riscos de corrupção também é fundamental. Na Dudalina, segundo ele, isso sempre ocorreu, mas o processo ganhou força nos últimos anos. “A Dudalina sempre disseminou a questão ética dentro de todas as áreas da empresa, principalmente por conta da postura de seus fundadores. Mas sentimos a necessidade de criar um plano de treinamento de ética, para atender os diferentes públicos da empresa”, disse.

No caso das Centrais Elétricas de Santa Catarina (Celesc), foi criado o Comitê Executivo de Gestão de Riscos. De acordo com Clairton Belém da Silva, diretor de Planejamento e Controle Interno da companhia, todos os assuntos tratados nesse comitê são reportados diretamente ao Conselho de Administração e ao presidente da empresa. Para ele, identificar os principais riscos a que uma organização está sujeita em relação à corrupção é fundamental em qualquer sistema de compliance. No caso da Celesc, foi elaborado um mapa de riscos em que foram elencadas 34 situações consideradas perigosas. “Temos um plano de longo prazo em que trabalhamos a gestão dos riscos estratégicos, com controles internos dos processos e uma auditoria verificando se esse controle está sendo eficiente”, detalhou.

Para o coordenador de Políticas Públicas do Instituto Ethos, Bruno Videira, as experiências apresentadas no workshop realizado em parceria com o Sesi mostraram claramente que, no Brasil, as empresas ainda estão encontrando as melhores formas para se prevenir da corrupção, com diferentes iniciativas sendo adotadas. “Todas as empresas brasileiras estão dentro de um processo de construção de políticas de compliance. Essa é uma construção coletiva”, afirmou.

Quem também participou do debate foi o procurador jurídico do Sistema Fiep, Marco Antônio Guimarães, que fez uma análise da Lei Anticorrupção Empresarial e afirmou que é interesse da entidade contribuir para que as empresas se adaptem à nova legislação. “A lei representa um novo paradigma para o Direito, porque efetivamente traz a possibilidade de que a pessoa jurídica seja punida por um ato de corrupção. Esse novo paradigma traz alguma insegurança para as empresas, mas temos que efetivamente buscar que as indústrias tenham políticas de compliance adequadas”, ressaltou.

Da Agência Fiep

16/4/2014

 

http://www3.ethos.org.br/cedoc/lei-anticorrupcao-exige-nova-postura-das-empresas/#.U2pxPlecEe_

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