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  • INSTRUMENTOS PARA CONSULTA

  • Conheça as 11 ações que os funcionários do CREA-PR se comprometeram a executar em sua rotina diária:

    1 - Desligar o monitor na hora do almoço
    * é obrigatório desligar CPU e monitor após o expediente

    2 - Apagar todas as luzes na saída para o almoço
    * é obrigatório apagar todas as luzes após o expediente

    3 - Trocar o uso de copinho plástico para o café/chá por caneca

    4 - Adotar o uso de garrafa de água, ao invés do uso constante de copinhos plásticos

    5 - Separar o lixo em: papel, vidro, plástico e orgânico

    6 - Manter em local definido folhas utilizadas na frente para nova utilização na impressora (verso)

    7 - Manter local definido para depósito de papel já usado nos 2 lados (para descarte)

    8 - Antes de guardar o papel para reuso ou destinação final tirar clips e grampos

    9 - Ficar alerta para identificar e avisar sobre lâmpada queimada, torneira vazando, descarga desregulada, paredes sujas, etc

    10 - Ter comprometimento com o cuidado do ambiente

    11 - Reaproveitar os envelopes de papel, com novos usos

  • Conheça as sugestões encaminhadas pelo corpo funcional

    1 - Implantar PGRS nas unidades do CREA-PR

    2 - Buscar parceria com cooperativas e associações de catadores de papel para destinação do lixo coletado de forma seletiva

    3 - Mapear os utensílios disponíveis para coleta de lixo (lixeiras, cores, suporte para copo, café e água)

    4 - Modernização do ar condicionado (Lda)

    5 - Substituir frota a gasolina para uso de biocombustível (etanol)

    6 - Melhorar processos buscando maior adesão à documentos eletrônicos

    7 - Implantar programa de redução do uso de papel

    8 - Instalar sensor de presença em locais de menor acesso (arquivos, bwc, por exemplo)

    9 - Substituir torneira dos banheiros por torneiras de pressão

    10 - Criar mensagem positiva, voltada a sustentabilidade, para inserir na assinatura dos e-mails dos funcionários

    11 - Adotar uso de 100% de papel reciclável

    12 - Disponibilizar garrafa térmica para água - uso nos veículos

    13 - Aquisição de picotador de papel (para destinação de material sigiloso / dados cadastrais, etc)

    14 - Verificar melhor forma de destinação para grampos e clips

    15 - Disponibilizar lixeira (tnt) para carro

    16 - Disponibilizar suporte de garrafa (individual) para veículo

    17 - Realizar campanha antitabagismo

    18 - Incentivar adoção de Programa "Carona Solidária"

    19 - Aquisição de caneca de alumínio (para chá e café) em subsituição aos copinhos plásticos

    20 - Rever procedimentos e alternativas a impressão constante de fichas cadastrais

    21 -Adequar a impressão de ARs / sobra de papel

    22 - Realização de Palestras sobre Educação Ambiental

    23 - Fornecer roteirização (GPS) aos agentes de fiscalização - segurança/tempo/produtividade

    24 - Estipular um local para anotar nº de memorandos tramitados internamente no setor, suprimindo assim a impressão do mesmo, deixando-o somente virtual ex: do administrativo para o fiscal)

    25 - Identificar se há alguma restrição de documento que não possa ser impresso em papel reciclado

    26 - Rever os formulários utilizados no atendimento, se é possível inserir alguns campos para anotação de dados da ficha cadastral, suprimindo assim sua impressão

    27 - Priorizar o uso de meios eletrônicos (e-mail, arquivos eletrônicos, etc)

    28 - Analisar formas de reduzir a poluição visual nas unidades do Conselho (painel eletrônico)

    29 - Verificar mecanismo que impeça a incidência direta de luz solar no ambiente de trabalho, de modo que se mantenha a iluminação e a ventilação através das janelas

    30 - Instalação de sistema eletrônico de controle de luz (acende e apaga com horário agendado)

    31 - Verificar a viabilidade de secadores de mão com ar quente em substituição de toalhas/papel

    32 - Incentivar o uso de bicicleta (casa/trabalho/casa)

    33 - Disponibilizar bicicletário e também um vestiário (troca de roupa e banho)

    34 - Promover o “dia sem elevador”

    35 - Verificar a viabilidade para disponibilizar ônibus de transporte ao corpo funcional

    36 - Desligar a máquina fotocopiadora ao sair

    37 - Incentivar o corpo funcional a praticar o voluntariado

    38 - Racionalizar recursos não abrindo as unidades em datas de vésperas de feriado (uma vez que é baixa a procura por atendimento)

    39 - Descartar o uso de máquinas de café (foi unanime que pouquíssimos usam) e retornar ao café disponibilizado aos setores pela Copa

    40 - Verificar se as sugestões acatadas, estão contempladas no projeto da nova sede (principalmente no tocante a racionalização de água, energia / torneiras de pressão, descarga inteligente, saboneteiras...)

    41 - Disponibilizar orientações ao corpo funcional a respeito do uso dos equipamentos e materiais (o que é mais correto em relação a ligar/desligar, pode reusar o papel na impressora, etc)

    42 - Disponibilizar local de coleta de pilhas e outros resíduos perigosos

    43 - Uso apenas de pautas eletrônicas nas Câmaras Especializadas

    44 - Extinguir memorandos impressos dentro de um mesmo setor

    45 - Inserir como projeto futuro a digitalização de processos e protocolos

    46 - Estudar o uso de envelope vai-e-vem de papel e não de plástico como é hoje

    47 - Redução de certos impressos / funcionários percebem que há sobra de material (ex. catálogo empresarial)

    48 - Reduzir o "volume" do lixo, amassando latas de alumínio, por exemplo

    49 - Não amassar as folhas de papel pois prejudicam a reciclagem

    50 - Disponibilizar palestras sobre o tema de sustentabilidade e apresentação de "cases" de outras empresas

    51 - Motivar os funcionários a adotar "1 dia sem carro"

    52 - Utilizar os banners já usados para a confecção de crachás e outros materiais.

    53 - Rever nº de lanches solicitados para as reuniões, evitando desperdício

    54 - Manter motivados os funcionários com a apresentação constante de sugestões que venham de encontro a filosofia do Pacto Global

    55 - Usar sacos plásticos com cores diferenciadas por tipo de lixo (contemplar no PGRS)

    56 - Instituir o "Dia da Doação" para doação de roupas, livros, objetos, etc

    57 - Comprar produtos de qualidade, evitando o não uso e também possíveis descartes

    58 - Trocar toalheiro atual de tecido por toalhas de papel

    59 - Instalação de rampa de acesso para cadeirante no Desus/Call center (estar preparado para receber cadeirante)

    60 - Disponibilizar caixa coletadora de pilhas, baterias, óleo de cozinha...

    61 - Ampliar a disponibilização de serviços on line. caso do visto profissional entre outros

    62 - Estudar a possibilidade de frota com carros elétricos

    63 - Maior aproveitamento da iluminação e da ventilação natural

Novos hábitos abalam velhas marcas


A Coca-Cola registrou baixa de vendas em todos os países, o que indica mudança de hábitos de consumo em favor de bebidas como sucos e água.

Por Jorge Abrahão*

A pesquisa anual sobre marcas preferidas que a Interbrand realiza anualmente apresentou uma alteração nos primeiros lugares em 2013: em vez da Coca-Cola, quem liderou o ranking foi a Apple e o Google. Segundo o jornal The New York Times, o que vem colocando em risco a liderança da marca são as campanhas contra a obesidade e as mudanças de hábito das novas gerações.

De fato, a primeira-dama dos EUA, Michelle Obama, por exemplo, tem incentivado os norte-americanos a beber mais água do que bebidas engarrafadas. O ex-prefeito de Nova York Michael Bloomberg tentou até mesmo impedir a venda de refrigerantes extragrandes. E a agência reguladora de alimentos FDA vem apertando o cerco contra as bebidas carbonatadas, exigindo que tragam no rótulo a quantidade exata de açúcar adicionado a elas.

Uma pesquisa encomendada pela Coca-Cola verificou que, nos EUA, a idade média do consumidor típico do refrigerante é de 56 anos. Os mais jovens – até 40 anos – preferem energéticos. E os da novíssima geração sequer bebem industrializados. Preferem água pura e sucos naturais, feitos na hora, da própria fruta.

Esses novos hábitos, aliados à crise que afeta os EUA e os países europeus, fizeram com que, pela primeira vez desde sua fundação no século 19, a Coca-Cola reportasse prejuízo num trimestre, nos EUA, e vendas abaixo da meta no mundo.

Será que essa tendência é passageira ou estamos diante de uma mudança de hábito de consumo de fato?

É bom lembrar que os refrigerantes surgiram no rastro das águas minerais, como produtos que fariam bem à saúde. Foi um farmacêutico, John Pemberton, o inventor da Coca-Cola. Ele criou a fórmula para dar sabor à água carbonatada e torná-la um tônico revigorante. Quando, em 1903, Pemberton deixou de tratar seu produto como remédio, este passou a ser a bebida mais consumida do planeta.

Em 1921, no Brasil, foi lançado o Guaraná Champanhe Antarctica, produzido a partir do extrato dessa fruta. O sucesso foi tal que até a empresa fabricante da Coca-Cola precisou lançar a sua versão do guaraná.

O consumo cresceu tanto no Brasil quanto no exterior porque os fabricantes sempre garantiram que suas fórmulas ajudavam a digestão. Tanto que a maior concorrente da Coca-Cola, a Pepsi, tirou seu nome da enzima pepsina

Bilhões de litros depois, pelos anos 1980, os países industrializados enfrentavam uma epidemia de obesidade (que ainda persiste) e entre as causas verificadas estava o excesso de consumo de refrigerantes. Assim, de remédio e depois bebida inocente, o refrigerante passou a vilão da boa saúde, primeiro pelo alto teor de açúcar.

A indústria reagiu, lançando versões diet e light. Mas, a essa altura, já havia desaparecido o conceito de que refrigerante fazia bem à saúde. O lugar foi preenchido pela ideia de que refrigerante não tem nenhum valor alimentício, leva à obesidade, osteoporese, câncer e diabetes, além de poluir o meio ambiente. Na verdade, esses males são causados pelo consumo exagerado dessas bebidas, fruto da propaganda e da urbanização crescente de todas as sociedades.

Um novo ciclo

No entanto, lá pelo final dos anos 1990, começou um movimento de “retorno” à vida simples, de refeições feitas com alimentos naturais, de sucos de frutas e água pura.

Foi nessa época que os restaurantes de Nova York retomaram o hábito, comum até os anos 1960, de colocar na mesa dos fregueses uma jarra de água filtrada antes de apresentar o cardápio.

A indústria de bebidas adaptou-se a esse cenário em todos os países, oferecendo aos consumidores água mineral em garrafas menores e sucos concentrados ou industrializados, com o mínimo de conservantes. Todavia, o carro-chefe de vendas ainda são os refrigerantes, até o início dos anos 2010.

A própria Coca-Cola já reconhece a mudança. Em projeções feitas pela sede em Atlanta, a empresa estima que, até o fim desta década, as vendas de água engarrafada deverão ultrapassar as de refrigerantes.

Estamos, então, vivendo o início de um novo ciclo na indústria de bebidas? E que impacto isso poderá ter em nossas vidas?

Um vídeo feito em 2010 por uma produtora norte-americana chamada Annie Leonard mostra, do ponto de vista dela, porque devemos optar por água tratada e filtrada, em vez de preferir água engarrafada. Entre os argumentos que Annie alinha a favor da água filtrada está o fato de que a água engarrafada custa até duas mil vezes mais do que a água tratada pela rede pública. E que 90% do custo da água engarrafada concentram-se na produção do rótulo, da tampa e da própria garrafa, que usam derivados de petróleo. Depois, vêm os custos de transporte. Ao contrário das latinhas de alumínio, que são recolhidas e recicladas, as garrafinhas vão parar em aterros sanitários, poluindo o ambiente. E esse é outro problema da água engarrafada: a poluição que ela causa.

Quem quiser assistir ao vídeo, que tem 8 minutos, pode  clicar em A História da Água Engarrafada.

Quanto a servir água filtrada nos restaurantes, há no Brasil uma iniciativa que busca incentivar os casas a adotar essa prática. Trata-se da Água na Jarra, criada pela Igtiba, uma associação sem fins lucrativos que propõe a valorização da água tratada e o incentivo ao consumo da água filtrada em substituição ao consumo de água em garrafa. Os restaurantes que participarem da Iniciativa Água na Jarra se comprometem a comercializar em seus estabelecimentos, preferencialmente, água tratada e filtrada servida em jarras.

Jorge Abrahão é diretor-presidente do Instituto Ethos.

Fonte: Instituto Ethos

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